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sexta-feira, 19 de junho de 2015

0 Estudo mostra o uso da maconha sintética no Brasil

Pesquisadores dizem que efeitos são semelhantes aos da maconha convencional, porém, pode causar convulsões e danos irreparáveis ao cérebro


Maconha sintética é composta por vários componentes
O uso da maconha sintética no Brasil foi confirmado, pela primeira vez, através do estudo Global Drug Survey 2015, coordenado pela Unifest. A droga é composta por uma planta qualquer borrifada com versões sintéticas da molécula THC, princípio ativo da maconha.

Segundo o estudo, os efeitos, semelhantes ao da maconha convencional, porém, com alteração de percepção mais intensos. Os estudiosos alertam que a forma sintética pode causar reações como convulsões e internações.
Outro fator apontado no estudo é que como há muitos fornecedores da droga no mercado, não é possível falar com precisão de sua composição. Por isso, a maconha sintética pode ainda ter concentrações muito maiores de canabinol, a principal substância ativa e causadora de dependência da maconha, além de outras drogas.
A pesquisa foi aplicada em 102 mil pessoas em todo o mundo, sendo mais de 5,5 mil brasileiros. Os participantes responderam um questionário com perguntas relacionadas a hábitos de vida, incluindo o uso de drogas, sejam legais ou ilegais.
O resultado apontou que, no caso da maconha sintética, 1,8% dos brasileiros que responderam à pesquisa afirmaram ter usado a droga no último ano. Já 3,3% afirmaram ter usado a droga ao menos uma vez na vida.
Segundo a "Folha de S. Paulo", os estudiosos explicaram que a pesquisa não pode ser encarada como um retrato da população do Brasil ou do mundo, visto que os participantes da pesquisa são em média mais jovens e escolarizados e têm acesso à internet. Por outro lado, ela é capaz de revelar tendências no uso de drogas.
Os pesquisadores reforçam que a erva têm efeitos graves por influenciar a formação do cérebro e que para os jovens, o uso acarreta perda de memória e uma baixa cognitiva permanente.

O TEMPO

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