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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Coronel Telhada é nomeado para Comissão de Direitos Humanos

“Gostaria de ser o presidente, mas não deu”, disse o ex-comandante da Rota, deputado estadual pelo PSDB-SP


ex-comandante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e hoje deputado estadual Coronel Telhada (PSDB) foi indicado pela liderança do partido a integrar a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Com 22 deputados na Casa, o PSDB escolheu o ex-PM e os deputados Carlos Bezerra Jr. e Hélio Nishimoto para ocuparem as três vagas da sigla na comissão. A nomeação foi efetivada no final de abril.


Na legislatura anterior, que vigorou até março de 2015, a Comissão de Direitos Humanos era presidida pelo então deputado Adriano Diogo, do PT. Agora, um acordo firmado entre os parlamentares da Casa determina que a presidência será do PSDB, e o nome indicado pela bancada do partido é o de Carlos Bezerra Jr, que atuou na comissão nos últimos quatro anos.Na legislatura anterior, que vigorou até março de 2015, a Comissão de Direitos Humanos era presidida pelo então deputado Adriano Diogo, do PT. Agora, um acordo firmado entre os parlamentares da Casa determina que a presidência será do PSDB, e o nome indicado pela bancada do partido é o de Carlos Bezerra Jr, que atuou na comissão nos últimos quatro anos.
“Gostaria de ser o presidente, mas não deu. O PSDB escolheu Carlos Bezerra”, informou o Coronel Telhada, de acordo com sua assessoria de imprensa. O ex-PM também confirmou que continua sendo membro da comissão e que participará “de todas as reuniões”.
A indicação de Telhada para a Comissão de Direitos Humanos foi feita pelo líder do PSDB na Casa, deputado Carlão Pignatari, que nesta quinta-feira criticou o destaque que veículos da imprensa deram à nomeação do ex-PM.
“Vivemos em uma democracia e o deputado Telhada foi eleito legitimamente como representante da população. Por que, então, esse preconceito? A sociedade quer segurança, quer ter seus direitos humanos respeitados bem como os policiais de todo o Estado. A prerrogativa é que por um deputado ser policial ou médico ou dentista ou educador ou qualquer outra formação profissional ele estaria alijado de participar de comissão não correlata? E a liberdade de expressão e participação?”, escreveu Pignatari, em nota divulgada à imprensa.



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