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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

0 Guardas municipais fazem protesto em frente a delegacia e prometem paralisação

Cerca de 200 guardas municipais fazem um protesto, na noite desta quinta-feira (15), em frente a Central de Flagrantes (Ceflan) II da Polícia Civil, na rua Conselheiro Rocha, no bairro Floresta, região Leste de Belo Horizonte. 
O ato é devido a confusão durante a tarde, próximo a rodoviária, no Centro, entre guardas municipais e policiais militares. A briga acabou com uma agente municipal ferida com um tiro de bala de borracha no rosto e outro GM preso. O grupo acompanhou o registro da ocorrência na Ceflan. Segundo a PM informou, a expectativa é de que os depoimentos terminem apenas por volta das 7 horas.

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), Israel Arimar, todos os guardas municipais irão cruzar os braços a partir de 7h desta sexta-feira (16), em protesto contra a confusão nesta quinta-feira. Não haverá agentes em escolas, postos de saúde ou parques na paralisação de 24 horas. A categoria irá apresentar uma lista de reinvidicações para a Prefeitura de BH. Segundo o sindicato, em caso de não atendimento das demandas, há possibilidade de uma greve em caráter definitivo.
 
Após a ocorrência, vários guardas municipais iniciaram um protesto na Praça 7, fechando o cruzamento da avenida Afonso Pena com Amazonas. Por volta das 20h, o grupo saiu em passeata e foi para a porta do Ceflan II, onde a ocorrência foi registrada. O clima é tenso em frente a delegacia, mas não houve, até as 21h30, novos confrontos no bairro Floresta.  Por volta das 23 horas, membros da Tropa de Choque da Polícia Militar foram chamados ao local e ficaram em uma rua próxima à delegacia dentro de um ônibus. A orientação era para que eles ficassem dentro do veículo até o final do registro da ocorrência.
 
Segundo o subcomandante da Guarda Municipal de BH, Sinval José Campo, a manifestação é pelo “despreparo da PM”. Além disso, a reinvidicação é que a Prefeitura de BH arme a guarda e os comandos da corporação sejam pessoas de dentro da própria GM e não por um policial militar. "Houve excesso dos militares que atuaram na ocorrência no Centro de BH", afirmou.
 
No entanto, Sinval disse que espera que o caso não abale a relação entre as forças de segurança estadual e municipal. Um requerimento deverá ser enviado nesta sexta-feira para a Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS) e para a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, para debater a integração entre a GM e as policias civil e militar.
Com informações portal HD

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