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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

0 A VIDA PODE SER CURTA, MAS NÃO PRECISA SER MEDÍOCRE. Por Cel Alberto Luiz

Cumpre, a nós policiais militares de Minas, expressar nossa dor pela perda de um profissional, que no cumprimento do seu dever doa a sua própria vida, a fim de alcançar a segurança das pessoas, ao enfrentar a criminalidade, mediante o uso da infraestrutura possível conferida pelo Poder Público. 

Dor avassaladora, ver uma mãe desesperada, uma esposa desolada, uma família sem um ente querido. Revoltoso ver pessoas que nas proximidades do ocorrido expressavam a sua falta de consideração e respeito com a vida humana. Não com a vida de um policial, que se doava, por inteiro para protegê-los. Mas, diante da morte de um igual. 

Triste vê-los "batendo palmas pela morte de um homem de bem." Que mundo é esse? São pessoas sem posses, até de caráter. Reconhecidamente humildes, mas não de alma.

 Mas, sim, por serem também "humus" -, pó e para o pó também irão. Como não ficar chocado por manifestações por meio das redes sociais (mídias sociais) de pessoas. Ou seja, "seres inumanos", que escrevem, sem embargo algum gostar, satisfazerem com a morte de um PM, Referindo-se a esse fato. 

Mas, não é só um PM, é um "ser humano", que com certeza não é igual e nunca foi igual a eles. Que pena! É diária a experiência de ver que, quem mais deseja ter direitos, abusa-se dele. Daí ser certo uma evidência que exista um gênero "humano". 

E é com absoluta certeza da democracia com que a imbecilidade foi distribuída à humanidade. Ou seja, nenhum gênero, nenhuma etnia, nenhuma classe social, nenhum período da história foi mais ou menos imbecil do que o outro. Pessoas que existem hoje, no século XXI, ou, seja, no agora de hoje, e não na era medieval. Inteligentes, intelectualizados fazem isto. A que conclusão chegar? Que tipo de gente é essa? É típico desse tipo de raça humana. Que pena! 

Uma boa vida se vai e outras tantas boas ficam; esperançosas de que essas outras medíocres vidas não se estreitem, mais do que estão, espiritualmente. Pois, o soldado Seixas da PM de Minas estaria dizendo a esses, agora, a "vida pode ser curta, porém, não precisa ser medíocre, pequena, banal, cretina, fugaz, rasteira, infeliz..."


Cel Alberto Luiz  é assessor de Comunicação da PMMG e colunista do Plantão Policial MG.



* Os artigos assinados pelos colunistas são de inteira responsabilidade dos autores e não reflete, necessariamente, a opinião do jornal. O Plantão Policial MG, democraticamente, abre esse espaço para que os colunistas tenham total liberdade para exporem suas opiniões nos textos sem nenhum tipo de censura. Os textos são pessoais e cada colunista escolhe o assunto que achar interessante, sendo responsável por eles.

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