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quarta-feira, 18 de junho de 2014

0 Um cartaz com dicas de segurança elaborado pela Polícia Militar e espalhado por ônibus de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, virou alvo de uma ação civil pública. Procurados por oito entidades da sociedade civil, o Ministério Público Estadual (MPE) e a Defensoria Pública ingressaram com uma ação por danos morais contra o Estado e a Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), responsável pelo custeio do material. A campanha foi considerada racista por órgãos como a Comissão do Negro e Assuntos Antidiscriminatórios da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a União de Negros pela Igualdade (Unegro). O cartaz traz a imagem de uma mulher branca distraída sendo observada por um homem negro escondido atrás de um poste. Para a coordenadora regional da Unegro, Ana Almeida, a peça é preconceituosa porque a polícia teria reforçado o estereótipo de que negro é bandido. O promotor de Justiça Sebastião Sérgio da Silveira e o defensor público Paulo Giostri, autores da ação civil pública, também disseram ter visto um ato racista no material divulgado no mês passado. Eles pedem indenização mínima de R$ 200 mil em razão da campanha. Para eles, "tal fato causou um sentimento de diminuição de toda a raça perante a sociedade, o que isso conduziu a um inegável sofrimento moral". Na ação, eles argumentam também que, apesar das dicas importantes contidas, a imagem que está no cartaz é preconceituosa e demonstra "que o racismo é latente dentro da corporação da Polícia Militar". O objetivo da indenização é desestimular práticas futuras e ressarcir "ainda que de forma parcial" a dor sofrida pelas pessoas da raça negra. O dinheiro arrecadado com a indenização seria voltado a campanhas de combate ao racismo. A ação civil foi ajuizada na sexta-feira passada e pede que todos os cartazes sejam recolhidos. Exagero A PM vê exagero na forma como as entidades de defesa da igualdade racial analisaram a imagem. Em nota, a corporação alegou que a "figura do 'criminoso' no referido material de prevenção em questão foi meramente representado pela caracterização de uma 'silhueta', para exemplificar o risco de uma pessoa andar desacompanhada em local ermo e escuro". A intenção do material, segundo a PM, seria mostrar a forma de agir de "quem pretende, de forma esquiva, surpreender uma potencial vítima nessas circunstâncias". A Acirp afirmou ser contra qualquer manifestação racista e ter sido apenas parceira na campanha, não sendo responsável pela elaboração do material. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Pelo menos quatro pessoas foram atacadas pelo grupo na madrugada de hoje. Segundo a polícia, três deles já foram presos nesta semana na capital

Dezoito colombianos foram detidos na madrugada desta quarta-feira suspeitos de cometerem dois assaltos em sequência no Centro de Belo Horizonte. Entre eles estão os três que foram detidos na última segunda-feira após um assalto na Praça Rio Branco (Praça da Rodoviária).

Os policiais chegaram até o grupo depois de uma denúncia por volta das 5h. Um jovem disse ter sido roubado na Avenida Afonso Pena, perto do número 767. A vítima foi agredida e teve celular, relógio e documentos roubados. O rapaz também relatou que o grupo, composto por sete ou 10 pessoas, usava roupas verdes. A PM, então, começou um rastreamento pela área central juntamente com a vítima. 
“Antes de encerrar (a ocorrência), foi anunciado um tumulto na Avenida Santos Dumont, esquina com Rua Espírito Santo, onde abordamos um grupo de 16 colombianos e três vítimas. Eles tomaram um aparelho de som, um anel de prata, um cordão de prata. Nós deduzimos que fossem os mesmos autores e a primeira vítima reconheceu dois deles”, explica o sargento Marcelo Douglas Estevão, do 1º Batalhão da Polícia Militar.

Segundo ele, os colombianos agem sempre da mesma forma: eles seguram a vítima, enquanto os mais fortes do grupo praticam a agressão. Uma das vítimas do arrastão na Santos Dumont é uma jovem que estava com o namorado. Ela disse aos policiais que um dos suspeitos passou a mão em suas partes íntimas.

Ainda de acordo com o militar, três deles já foram detidos em Belo Horizonte nesta semana. O crime aconteceu na Praça da Rodoviária, quando um casal de colombianos foi agredido e roubado. A confusão aconteceu na Avenida Olegário Maciel. A ocorrência, segundo a polícia, começou com uma briga, pois os suspeitos e as vítimas são de times rivais. Logo depois, um deles usou uma faca para cortar a bolsa da mulher. 

O grupo preso hoje foi encaminhado à Polícia Federal (PF) ainda durante a madrugada. Conforme o sargento, apenas um deles tem um boletim de ocorrência de extravio de documentos registrado em São Paulo. Os demais estão com a documentação em dia. O grupo será levado para a Central de Flagrantes da Polícia Civil (Ceflan) 2, na Região Leste da capital. Apenas parte do material levado das vítimas foi recuperado. 

Inicialmente, os policiais informaram a detenção de 16 pessoas. Posteriormente, enquanto confeccionavam a ocorrência na 6ª Companhia da PM, o número foi corrigido para 18. Os presos são 17 homens e uma mulher. Com eles, foram apreendidos um estilete e uma faca. “Eles estão juntos. Viajaram juntos e estão sempre juntos. Eles se hospedam em hotéis baratos aqui no Centro e se envolvem em problemas, estão sempre em algazarras e brigas”, finaliza o sargento Estevão.

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