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quinta-feira, 19 de junho de 2014

0 Promotor de combate ao crime organizado pode ter sido vítima de ataque

Um promotor de Justiça titular da Vara de Combate ao Crime Organizado pode estar sendo vítima de ataques. Na noite dessa quarta-feira (18) o prédio onde André Luiz García de Pinho, 45, mora, no bairro Buritis, região Oeste de Belo Horizonte, foi atingido por disparos de arma de fogo, que partiram da arma de uma pessoa que passou pelo local com um um capuz cobrindo o rosto. O promotor já foi vítima de atentados em diversas ocasiões.

Segundo a Polícia Militar (PM), o síndico do prédio chamou os militares após ouvir três disparos por volta de 22h30. Foi constatado que um dos disparos atingiu a fachada do prédio, quebrando parte do vidro. Pelas câmeras de segurança foi possível ver uma pessoa que usava um moletom branco com capuz, cobrindo o rosto, e passava pela rua Ernani Agrícola, onde fica o edifício. Ela colocou a mão na mochila que levava em determinado momento e, em seguida, foi possível ver os estilhaços do vidro. Em seguida, a pessoa fugiu em uma moto. A PM informou que ainda não foi possível identificar o suspeito ou suspeita pelas imagens.
O promotor foi vítima de um atentado no fim do ano passado, quando teve o carro incendiado na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Na época, ele disse suspeitar que o ataque havia partido do líder de uma quadrilha preso na Penitenciária Nelson Hungria, Nilton Monteiro, responsável por uma fraude de cerca de R$ 1 bilhão, denunciada pelo promotor.
A suspeita para o comando do ataque dessa quarta também recai sobre Nilton, segundo a mulher do promotor, Lorenza Maria Silva de Pinho, 34. Ela contou que cinco minutos antes dos disparos no prédio, o promotor recebeu uma ligação não identificada no celular dele e não atendeu. Em seguida, foi Lorenza que recebeu, da mesma forma, a ligação, e também não atendeu.
O casal não escutou os disparos porque mora no 13° andar do prédio. Ainda de acordo com Lorenza, a família tem sido vítima de ameaças há cinco anos. Ela também disse que já tentaram a envenenar e a estrangular e que, em várias ocasiões, ela e o marido foram vítimas de ataques com disparos de arma de fogo, além do episódio do incêndio no carro. O casal, que têm quatro filhos de nove meses, 3, 9, e 10 anos, também sofre ameaças constantemente, motivo pelo qual parou de atender ligações não identificadas. A família só sai com escolta para se proteger.
Eles moram no prédio há apenas nove meses, quando se mudaram do bairro de Lourdes, também por causa de ataques. A Polícia Civil irá investigar o caso. 
plantão policial mg- portal o tempo

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