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quarta-feira, 18 de junho de 2014

0 Durante os depoimentos para investigar os responsáveis pelo vandalismo no protesto da última quinta-feira, dia 12, no Departamento de Trânsito (Detran-MG), a mãe de um rapaz revelou à Polícia Civil que o filho teria que promover quebradeira em Belo Horizonte para fazer parte de um grupo que o recrutou. O Detran fica na avenida João Pinheiro, na região central da capital. A corporação não deu detalhes desse grupo para não atrapalhar as investigações, mas ele seria composto por pessoas do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Goiás. O jovem que prestou depoimento completou 18 anos nessa terça e já havia sido apreendido por vandalismo havia alguns meses. Segundo a delegada Gislaine de Oliveira Rios, que integra a força-tarefa que acompanha o caso, a mãe dele demonstrou insatisfação com esse comportamento. Por meio do telefone 181, do Disque Denúncia Unificado (DDU), a Polícia Civil recebeu informações sobre o endereço de outro suspeito de envolvimento na quebradeira do Detran. “É muito importante que as pessoas utilizem o 181 para fazer denúncias. Garantimos sigilo absoluto da identidade de quem nos fornece esse tipo de informação, que é de fundamental importância para o nosso trabalho investigativo”, afirmou a delegada. Na última sexta-feira, a Justiça expediu mandados de prisão para quatro pessoas que estariam envolvidas na depredação de uma viatura da Polícia Civil na porta do Detran-MG. Entretanto, ainda no mesmo dia, a Defensoria Pública entrou com um recurso, e o juiz plantonista revogou o pedido para três deles. Outros suspeitos de cometer depredações pela cidade também são alvo da equipe de investigadores. Desdobramento. Nessa terça, foram enviados à Justiça os pedidos de mandado de prisão de um homem e uma mulher que se envolveram, segundo a Polícia Civil, em depredações de patrimônios público e privado no centro da capital, durante as manifestações dos últimos dias. A delegada Gislaine afirmou ter colhido elementos suficientes para justificar a representação pela prisão preventiva do casal. Ela informou que os envolvidos agiram na companhia de dois adolescentes. “O grupo usou um machado e um skate para atacar o comércio e um ônibus, na praça Raul Soares e na avenida Amazonas. Eles portavam uma máscara contra gás lacrimogêneo. Já ouvimos comerciantes e outras testemunhas que os reconheceram”, disse.

Presidente vetou trecho do projeto que dava o direito a guardas portuários.
Lei foi publicada na edição desta quarta-feira (18) do 'Diário Oficial'.


A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que permite que agentes penitenciários e guardas prisionais tenham porte de arma de fogo mesmo fora do trabalho. O texto, publicado nesta quarta-feira (18) no "Diário Oficial da União", já havia sido aprovado pelo Congresso em maio.
Ao sancionar a lei, porém, Dilma fez um veto com relação ao projeto aprovado pelos parlamentares. A presidente retirou do texto o trecho que estendia o porte de armas fora do serviço também para agentes portuários.
Em 2013, centenas de agentes penitenciários acamparam por semanas em frente ao Congresso em defesa do pedido. A reivindicação levou o Ministério da Justiça a preparar o projeto que agora virou lei.
Pelo texto, os agentes penitenciários e guardas prisionais  serão autorizadas a portar arma de fogo particular ou fornecida pelo órgão a que estão vinculados desde que trabalhem em regime de dedicação exclusiva.

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