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quarta-feira, 23 de abril de 2014

0 Caso Central de Escoltas - Agente usou tranquilizante no lanche para roubar as 45 armas

Segundo polícia, 39 das 45 armas foram recuperadas em Ribeirão das Neves. Quatro suspeitos do crime foram apresentados nesta quarta-feira.

O agente penitenciário suspeito de planejar o roubo de 45 armas da Central de Escoltas, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, teria usado um remédio tranquilizante tarja preta na comida servida para os colegas para facilitar o roubo. Quatro suspeitos foram presos e apresentados pela Polícia Civil nesta quarta-feira (23) em Belo Horizonte.

O quinto suspeito está foragido. A polícia afirma que conseguiu reaver 33 pistolas .40 e seis submetralhadoras, além de 1,5 mil munições e 97 carregadores. Seis ainda estão desaparecidas. No dia 24 de março, nove agentes penitenciários que trabalhavam no horário foram encontrados desacordados ou passando mal.

De acordo com as investigações, o agente teve a ajuda do irmão, que tem duas passagens pela polícia. Os outros dois suspeitos ajudaram a esconder as armas. Segundo a polícia, quatro pistolas foram vendidas a criminosos e as outras estavam sendo negociadas.

A polícia informou que depois que os agentes começaram a dormir, o suspeito ligou para o irmão, que foi até o local. Em um carro, eles foram colocando as armas. Foram necessárias dez viagens e cerca de 40 minutos para pegar todas. Depois disso, o irmão do agente foi embora.

O agente suspeito de planejar a ação tem 11 anos na profissão e teria alterado a cena do crime para não ser incriminado.

Após o roubo, a Central de Escoltas foi desativada, e os nove agentes que estavam de plantão foram afastados. As prisões foram na madrugada de segunda-feira (21) em quatro casas de Ribeirão das Neves.

Plantão com portal G1

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