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sábado, 12 de abril de 2014

0 Acusadas de aplicarem golpe do achadinho há cerca de 10 anos são presas


12/04/2014

Duas mulheres acusadas de aplicarem o golpe do achadinho há cerca de 10 anos em Belo Horizonte foram presas no início desta semana e apresentadas ontem (11) no 1º Departamento de Polícia Civil.
Segundo informações não é a primeira vez que as duas são presas juntas praticando crimes contra o patrimônio. Elas são boas de lábia, escolhem vítimas a dedo e tinham como alvo preferencial idosas desacompanhadas que eram abordadas logo após sacarem alguma quantia em dinheiro em bancos do Hiper centro da cidade.
Para se manterem neste ramo a tanto tempo, as duas que são vizinhas em Santa Luzia, tinham uma característica peculiar: estavam sempre mudando de aparência para não serem reconhecidas.
Após serem presas, elas já foram reconhecidas por 10 pessoas, mas a polícia acredita que numero de vítimas supera 90, somente no primeiro trimestre deste ano.
Milta e Vanusa como são conhecidas, são verdadeiras camaleoas, ou seja, estão sempre mudando a aparência. Ora de cabelos compridos, outra curto, descoloridos ou pretos, tudo para não serem reconhecidas. Há registro da atuação delas desde 2005. Ficam presas um tempo, mas assim que ganham a liberdade voltam às ruas e fazem novas vítimas.


O GOLPE
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O golpe é sempre do mesmo jeito. Uma das autoras se aproxima do alvo, puxa papo, diz ter achado um pacote ou uma bolsa. Em seguida surge a comparsa afirmando ser a dona do objeto encontrado, se diz muito satisfeita e oferece uma recompensa, atraindo a vítima até um edifício ou galeria qualquer. A que vai receber a gratificação falsa entra no prédio e depois volta dizendo ter ganhado dinheiro, celulares ou outros prêmios. Assim, convencem a vítima a ir buscar a parte dela da recompensa, indicam o nome falso de quem ela deve procurar, e alegando que não pode entrar na sala ou escritório com bolsas, ficam com os pertences da pessoa e fogem. A vítima só percebe que caiu no golpe quando descobre que a pessoa que ela deveria entrar em contato não existe, mas aí já é tarde, volta e já não encontra mais ninguém.



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