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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

0 Polícia Militar vai atuar dentro dos estádios durante a Copa

Policiais militares estarão dentro dos estádios durante a Copa do Mundo. O Comitê Organizador Local confirmou que está treinando 20 mil profissionais para fazer a segurança privada dentro das arenas – os stewards. Mas acrescentou que policiais militares ficarão dentro das arenas também para atuar em casos de problemas mais graves, como tumultos e brigas.


“Haverá mais policiais militares dentro das arenas na Copa do que nas partidas do Campeonato Brasileiro, por exemplo. Eles terão uma atuação mais discreta do que os stewards, que farão a segurança primária. Mas os policiais são parte importante nessa segurança interna”, disse Hilário Medeiros, diretor de segurança do COL. Os eventos Fifa, normalmente, contam apenas com a presença de seguranças privados dentro do estádio. 

As prováveis manifestações sociais que ocorrerão durante a Copa do Mundo foram o tema central do seminário de segurança que ocorreu ontem, em Florianópolis. Os representantes das 32 seleções que disputarão a competição receberam a informação de que serão 150 mil profissionais da segurança pública e das Forças Armadas envolvidos na segurança do torneio, principalmente para evitar que protestos atrapalhem o andamento da Copa.

“No ano passado, na Copa das Confederações, teve um dia de junho com mais de 1 milhão de pessoas nas ruas. E não tivemos um jogo adiado, um torcedor deixando de entrar ou sair dos estádios. Imaginamos que o conceito será o mesmo na Copa do Mundo”, disse Andrei Rodrigues, Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos do Governo Federal. 

Lei anti-black blocs
 A nova versão do projeto que a Câmara prepara para coibir a violência e abusos em manifestações prevê pena de seis meses até três anos de prisão para ações dos black blocs, proíbe o uso de máscaras em casos específicos e estabelece o prazo de 24 horas para a comunicação de que um protesto será realizado. As medidas fazem parte do relatório elaborado pelo deputado Efraim Filho (DEM-PB) apresentado ontem na Câmara, em substituição a outros nove projetos que tramitam na Casa sobre o tema. O texto deve ser analisado em março.

O projeto altera o Código Penal e estabelece que destruir, inutilizar ou deteriorar bens de outras pessoas em manifestação pública e ainda mediante recurso que dificulte a identificação do agente (máscaras) terá pena de seis meses a três anos de prisão, e multa, além da pena correspondente à violência. O relatório proíbe o uso de máscaras para esconder uma ação criminosa, incitar crimes ou conduzir armas.

Plantao com Portal O Tempo
 

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