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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

0 JUIZ DE FORA - Polícia apresenta suspeitos de homicídios e tráfico





Polícia Civil de Juiz de Fora apresentou, na tarde desta segunda-feira (10), cinco suspeitos de envolvimento com homicícios em Juiz de Fora, sendo um adolescente de 17 anos, suspeito de matar a tiros um jovem de 19 anos na saída do Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) no início do mês.


Ele foi detido no último sábado (8). Ainda foram apresentados dois suspeitos de 18 e 20 anos envolvidos em duas mortes e uma tentativa no Bairro Sagrado Coração de Jesus em janeiro, um de 20 anos envolvido na morte de um homem no Bairro Santa Paula, motivado por ciúmes, e um jovem de 21 anos envolvido num homicídio na porta do Ceresp.

A Polícia Civil também apresentou um jovem de 18 anos suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas na cidade. Com ele foram encontrados 12 papelotes de cocaína, 12 pedras de crack e R$ 120, no Bairro Jardim Umuarama. Com exceção do adolescente, todos foram presos na última sexta-feira (7), depois de cumprimento de mandado de prisão, em parceria com a Polícia Militar.

Com relação ao adolescente, o delegado de homicídios, Armando Avolio Neto, explicou que o suspeito foi motivado por vingança, já que a vítima, segundo relatos do menor, tentou matar o primo dele. "Nós o identificamos e pedimos o acautelamento dele no sábado. Os menores acham que não serão detidos, mas não é assim", garantiu. O adolescente foi encaminhado ao Centro Socioeducativo.

Até o momento foram registrados 21 casos de homicídio em Juiz de Fora, sendo que três deles ocorreram entre a madrugada de sábado (8) e a manhã desta segunda-feira. Dos homicídios registrados neste ano, Armando Avolio Neto garantiu que a maioria dos suspeitos estão presos e que os casos estão em uma fase avançada de apuração.

Para o delegado, o acesso à arma de fogo é um elemento facilitador, que contribui para o número de homicídios, considerado por ele um caso grave em Juiz de Fora. "As pessoas não estão tendo uma motivação muito clara, é por brigas de gangue, por drogas, são vários motivos que nós estamos identificando. Precisamos que todos façam o seu trabalho, inclusive a sociedade com informações sobre possíveis autores e outras que possam ajudar nas investigações. Pelo 181, o anonimato é garantido", destacou.

O capitão da PM, Ricardo França, explicou que, até o momento, foram apreendidas cerca de 30 armas de fogo, enquanto no mesmo período do ano passado foram 11. "A interação com a Polícia Civil tem possibilitado cada vez mais bons resultados", comentou.

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