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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

0 História da PMMG no Tempo Presente

             

             Hoje quando falamos em História, o senso comum se apega ao passado distante, à antiguidade e à memória. Contudo, a origem da História na antiguidade fundamentou-se através do “tempo presente”, pois a testemunha ocular e a história oral eram suas principais fontes. “História em grego guarda uma correspondência com a palavra conhecer (eidénai). Ambas possuem o mesmo radical id, que significa ver. Hístor é, na origem, testemunha ocular, aquele que viu.”¹


 
Quando debruçamos sobre a literatura e historiografia militar percebe-se que há uma grande preocupação com o passado, com nossas origens e os grandes personagens da história militar. Desvencilhar desses marcos será minha busca. Nesse espaço tentaremos construir a história do tempo presente, dos contos e causos que dão medo e arrepiam o cabelo.  Não um medo de histórias fantasmagóricas e de terror, mas o medo da testemunha ocular que está presente, que viu e ouviu; e que ainda não teve a oportunidade de falar.  
           Explicitaremos a história não oficial, mas documental. Daremos voz ao ator coadjuvante e ‘veracidade’ ao documento ambulante. Vamos deixar de lado a história “cochilante” e navegar nos sussurros e gritos ofegantes.  
  Quantos anos a PMMG têm? Qual é a ‘verdadeira ‘ data do aniversário da “Gloriosa”? Quais são nossos verdadeiros heróis? Quais foram as nossas “revoluções”? Porque não falamos da Greve de 1997? Direitos Humanos ou “direito dos manos”? De fato somos garantidores da liberdade e do direito? Ou agentes oprimidos ou opressores? Se formos defensores dos Direitos Humanos, como podemos manifestar nosso ódio, nossas indiferenças e preconceitos nas redes sociais?
            Quem são nossos verdadeiros “inimigos”? Quem paga o seu salário? Aceitaremos a imposição de Che Guevara: “a farda modela o corpo e atrofia a mente”; ou confrontaremos com diálogo e argumentos? E democracia brasileira? Ela existe mesmo? Liberdade ou “libertinagem”? Essas manifestações nos representam? Vandalismo ou “vandalismo”? Como pode uma minoria se impor a maioria?
Quantos somos? Quantos representamos? Quantos podem nos representar? Que evento é mais importante em 2014: Copa do Mundo ou Eleição? O que vale mais seu Título Eleitoral ou o título de seu time de futebol? Enfim, você pensou que eu não iria falar né... E nossos representantes? O que de fato eles fizeram? O que poderiam ter feito e se omitiram ou se venderam? E que ainda precisa ser feito? Quem são seus possíveis concorrentes? Como poderíamos nos organizar? 
            São vários temas e muitas indagações. Esses são alguns temas que lembrei. Quem sabe você apresente os seus³ e possamos construir novas e micro histórias que nos interessam e mudem de fato nossa trajetória. Fique ligado quem sabe uma hora toca a sua canção...

1.     SOUZA, Fábio Feltrin de. O Paradoxo do Tempo nas Histórias de Heródoto. In.  http://www.nea.uerj.br/nearco/arquivos/numero12/241-254.pdf.
        Raul Nogueira - Policial Militar - Graduado em História e Especialista em Políticas Públicas (UFMG). Professor do Ensino Superior EFSd / PMMG e do Ensino Fundamental na Escola Particular Maria Clara Machado/Ribeirão das Neves. E emocionalmente um Poeta."   Email: nogstory@hotmail.com 
 

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